Acabo de aprender uma coisa nova! (Como se fosse possível aprender uma coisa velha, mas olha que semanticamente isso dá uma discussão longuíssima)..rssss
Bem, aprendi algo novo. Aprendi que não deve se combater aquilo que é natural, sob pena de querermos acabar com a natureza.
É certo que o homem é profícuo em implementar medidas que a destroem aos poucos, mas há algo dentro das pessoas que é impossível destruir.
Nós somos animais. Foi isso que aprendi. É que às vezes nós nos esquecemos disso. Deliberadamente ou não, sei lá.
Eça já condenava esse tipo de comportamento e ilustrava essa posição ao lançar mão de personagens que representam os dogmas da igreja católica, principalmente aqueles que se referem ao celibato.
Ora, um padre é um homem. E um homem é um animal. E o animal faz sexo. Copula. Ou algo semelhante.
Por mais que se segure, esse padre, esse homem, esse animal, num momento ou outro, terá a natureza a apelar por si, e aí... ..já não será possível afastar os calores, os calafrios, a vontade de estar junto de uma mulher...
E como condenava Eça, a hipocrisia toma conta e acaba fazendo escondido aquilo que a natureza pede que seja claro...
É...o buraco é muito mais embaixo. Ou mais embaixo é a cabeça de cima!
Fato concreto: Não se deve ter medo de ser natural, embora ter medo seja muito natural.
E eu aprendi: Somos animais, não devemos deixar de ser animais, mas sobretudo, precisamos ser muito mais que meros animais...

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