Pequenas crônicas que retratam a realidade tanto dentro das escolas quanto dentro do Brasil, este meu Brasil brasileiro e bem-humorado Brasil...

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Quarta-feira, Outubro 14, 2009

...e o Zeca confirma.

Alertado pelo Deividão ouvi uma música do Zeca Baleiro. "Parque da Juraci". Um som que alia techno e xaxado. Spielberg e Genival Lacerda, segundo definição do próprio autor.

E que também é um modelo de como aquilo que se considera lugar-comum pode ser transformado em arte.

Aí é que está. Às vezes, aqueles que se deparam com alguma espécie de manifestação considerada no mínimo diferente costumam torcer o nariz como se monopolizassem o conceito do que é qualidade cultural.

E exigem arte, mas não fazem Arte.

Zeca consegue tirar do óbvio da cibernagem uma libertinagem que transpira arte pura por todos os poros.

Sim, meus caros educadores. Alguns poucos , eu sei.
Ao invés de chamarem nossos alunos de monstrinhos, capetas ou algo semelhante, a onda certeira seria aquela em que entrássemos no jogo deles.

E com criatividade, à la Baleiro, aliar a tão propalada e fresca "erudição" à emanação natural de nossas crianças e jovens.

Boa reflexão para esse Dia do professor. E assim, nossos alunos não seriam "adversário" e muito menos "inimigo".

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